domingo, 24 de junho de 2007

que compositor?

A pianista Ana Claudia Britto achou na internet este divertido teste - você responde a uma série de perguntas, o computador cruza as respostas e diz que compositor você seria.
Para entrar, clique aqui.

11 comentários:

Lauro Machado disse...

E que compositor você seria, João Luiz?

joãosampaio disse...

oi, lauro, o meu teste deu em Berlioz. e vc, também fez? abs

Lauro Machado disse...

Grande escolha! O meu deu Liszt. Achei muito lisonjeiro, embora não saiba o que um cara como eu possa ter em comum com l'abbée Liszt. abçs.

Luciana disse...

O meu deu Brahms!

Leonardo Martinelli disse...

Hahaha... o meu deu Mozart! Uma honra, mas confesso que não quero morrer aos trinta e poucos...

Tales Umberto disse...

Deu Brahms: que honra ... Täles

Lauro Machado disse...

Por pura curiosidade, respondi "disagree" a todas as perguntas... deu Beethoven!
Aí, fiz o contrário: marquei "agree" de ponta a ponta. Deu Wagner! Vai ver, o teste até tem uma certa lógica.

pedrita disse...

eu sou mozart

Ana Claudia disse...

Interessante observar a porcentagem. Comigo, Bach e Haydn ficaram em 90 e 80 %, enquanto Beethoven e Mozart, 45 e 40 %, que como interprete, (nao como ouvinte, pois adoro estes compositores), sao compositores que me dao um certo trabalhinho...
Creio que mostra uma identificacao de alma, quem sabe...
Este teste me foi passado por uma amiga, a Fernanda Torres. Abcs a todos
Ana Claudia Brito

Lauro Machado disse...

João, deixe-me pegar carona neste espaço aqui, para registrar uma notícia importante: hoje, terça-feira, Hugues Cuénod está fazendo 105 anos! É verdade. Te juro que eu não sabia que ele ainda estava vivo. Pois ele bateu, em cinco anos, o recorde da Dercy Gonçalves, pois nasceu em 1902.

Quem viu o DVD da "Turandot" do Zeffirelli, com Domingo e Márton, se lembra desse fabuloso tenor suíço estreando no Metropolitan com 84 anos.
Cuénod foi um grande liederista, um especialista em repertório do primeiro barroco, mas também um excelente intérprete de música contemporânea.
Se ele não tivesse feito outra coisa, bastaria, para imortalizá-lo, a sua participação na "La Callisto", de Cavalli, gravada pelo Raymond Leppard em 1972, e que foi responsável pelo movimento de "Cavalli revival" da década de 70 (também pudera: é com Janet Baker, Ileana Cotrubas, Ugo Trama, James Bowman...).
Cuénod faz o papel travestido de Ninfea, uma ninfa velha, feia e solteirona, que ainda não perdeu as esperanças de entregar a sua negligenciada virgindade a quem se interessar por ela. Ela está doidinha para transar com Satirino, um fauno adolescente -- tataravô do Cherubino mozartiano -- para quem, por sua vez, o que cair na rede é peixe.
A ambiguidade erótica do libreto de Faustini, típica da permissividade veneziana no Seicento, é responsável por situações muito engraçadas, que são reforçadas pela escolha de um tenor para fazer a ninfa velha, e de um soprano ligeiro para a parte do fauno. H
ugues Cuénod está impagável, com a corda toda, no auge da forma, embora já tivesse 70 anos -- exatamente a idade de Ninfea -- ao fazer essa gravação.
Hoje em dia, está na moda dizer que as gravações de ópera protobarroca feitas por Leppard estão musicologicamente superadas. Mas eu, pessoalmente, continuo achando essa "Calisto" insubstituível.

Fernanda Torres disse...

Olá! esse teste é mesmo o máximo, no meu deu Hendel, e o de meu marido, o maestro Mateus Araujo, deu Mozart, tudo a ver com a persoanlidade dele... Já no meu caso, apesar de amar Hendel, tenho minhas reservas quanto à semelhança de personalidade! Que bom que vocês estão gotando do teste!